
Bom, não vou alongar demais o discurso. Porque toda a questão, de fato, está implícita no título deste post.
Quero apenas dizer que na época da sustentabilidade, de grandes responsabilidades em relação ao meio ambiente, da Nova Economia e consciência, será no mínimo eticamente e politicamente coerente que os grandes jornais do país, e os pequenos também, abandonem o arcaico formato do jornal de papel (papel jornal) e deem o exemplo. Virtualizem-se! Outros jornais tradicionais pelo mundo já estão no caminho. Como bem o sabem. E também já sabemos o males das florestas artificiais de eucalíptos.
Leiamos jornais e revistas virtuais, minizemos o prejuízo da natureza. Ela agradece.
É isso.