Galileu Galilei e quantos outros devem estar em estado de pletora de alegria, ou ao menos com um singelo sorriso no canto da boca, com essa extraordinária (sim, é) notícia?

Padre José Gabriel Funes
A milenar instituição, representada pelo diretor do Observatório Astronômico do Vaticano, padre José Gabriel Funes, enfim admitiu que “Deus pode ter criado seres inteligentes em outros planetas do mesmo jeito como criou o universo e os homens”. Ele usa um argumento óbvio do bom senso: “O universo é formado por 100 bilhões de galáxias, cada uma composta de 100 bilhões de estrelas, muitas delas ou quase todas poderiam ter planetas”.
Com essa declaração o Vaticano rompe um dos dogmas mais sedimentados de sua história e, por extensão, da humanidade.
Mas não é só, José Gabriel Funes também advoga uma causa que se perde na noite dos tempos, modernos, a até então inconciliável junção entre ciência e religião. Segundo Funes - “nosso trabalho (de cientistas clericais) demonstra que é possível fazer ciência seriamente e acreditar em Deus”.
São perspectivas, no mínimo, ultra progressistas para uma ‘casa’ tão conservadora em toda sua história.
O imaginário coletivo sempre desconfiou, com razão, de que instituições como Pentágono, Vaticano e a NASA, para ficar só em três, sempre mantiveram segredos e informações de valores inestimáveis para o bem ou para o mal do mundo. Vide o caso da AREA 51.
O governo francês já liberou seus registros secretos sobre incidentes envolvendo OVNI’s (Objetos Voadores Não Identificados) em seu território.
Logo, o que somos levados a pensar é que essa tomada de direção da Igreja Católica seja parte de alguma estratégia. Qual? é uma boa pergunta.
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