E o mundo se encontra com mais uma questão vital.
Com a proximidade das Olimpíadas de Pequim, na China, o povo tibetano, entre eles monges budistas e sábios da humanidade desde a antiguidade, enxergam uma janela de salvação de sua sagrada terra para que o mundo se compassione por sua causa. Manisfestam-se e se encontram com a força bruta das autoridades chinesas.
Acontece que a Nação dos Dalai Lamas está sob o pesado pulso comunista da China desde 1949, quando os chineses se apropiaram do território tibetano com o pretexto de ‘libertar o tibet dos invasores estrangeiros e reintegrá-lo à pátria mãe’. Na época havia seis estrangeiros no Tibet. E parece que o governo chinês não se interessou em saber se os tibetanos aprovavam e/ou queriam essa ‘reintegração’.

CHINA
Desde então o atual Dalai Lama, o 14º, esse que conhecemos, vencedor do Prêmio Nobel da Paz, luta pela liberdade de seu país das cadeias da República Comunista da China.

TIBET
O dilema portanto é: como a comunidade internacional deve se situar entre uma Nação pacífica oprimida por um país que é a atual mola econômica do mundo e conta com o maior efetivo em suas forças armadas? inclusive com armas nucleares?
Particularmente fico do lado da paz, da independência, da compreensão, e da auto-determinação do nobilíssimo povo tibetano.
Saiba mais sobre a HISTÓRIA DO TIBET.